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Quando o começo parece se esconder

Atualizado: 29 de mai. de 2025

Quantas vezes já nos sentimos assim: paralisados, com a mente tomada por pensamentos confusos, pesados, e sem saber ao certo por onde começar?




Essa cena metafórica que a imagem acima nos apresenta nos fala sobre o processo terapêutico, mas também sobre qualquer jornada de autoconhecimento e mudança. Muitas vezes, carregamos tanto dentro de nós que é difícil até mesmo encontrar a direção do primeiro passo. O começo parece escondido, camuflado em meio às dores, às dúvidas e aos medos.


Por isso, o acolhimento é tão importante. Não o acolhimento que julga ou apressa, mas aquele que escuta, respeita e acompanha. Assim como na ilustração, onde a terapeuta, com um simples gesto, ajuda a regar uma pequena planta — sinal de vida, crescimento e possibilidade — mesmo quando a nuvem negra ainda está presente.


Começar não significa eliminar imediatamente todas as dores ou ter todas as respostas. Muitas vezes, significa apenas permitir-se ser cuidado, abrir espaço para pequenas mudanças, nutrir a esperança de que, com o tempo, aquela planta crescerá e o céu se abrirá.

 
 
 

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